E existem motivos para essa preocupação: apesar de ter uma linha poderosa no mercado (a Lumia) e parcerias que parecem garantir o futuro da empresa (como essa com a Microsoft), a Nokia não vive um bom momento no mercado. Desde que assumiu o cargo, Siilasmaa viu as ações sofrerem uma queda livre e foi obrigado a realizar uma série de demissões em suas fábricas. Por isso, é normal apostar tudo na parceria com a Microsoft – mas ter um pouco de desconfiança também é altamente recomendável.
A ideia é tornar a Nokia competitiva novamente no mercado de celulares, situação vivida pela companhia há alguns anos. O executivo, entretanto, não revelou qual seria o sistema operacional marcado como "plano B", mas garantiu que não se trata do Symbian, que hoje conta com uma fatia mínima de mercado.
Fonte: Yl
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