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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Abraço virtual

Em um mundo já tão virtualizado, aonde boa parte das conversas são feitas via celular e messengers, aonde as famílias não têm mais aquele prazer de sentar na sala e folhear o álbum de fotos, mais uma invenção bem para afastar mais ainda as pessoas (olhando o lado dramático). O professor Adrian K. Cheok, da universidade do Japão, está desenvolvendo uma tecnologia na qual, via impulsos elétricos direto no cérebro, pode simular a sensação de um abraço ou até de sabor. Olhando pelo lado sentimental, pode possibilitar que uma mãe e um filho se abraçem, mesmo que o filho esteja em casa e a mãe esteja numa viajem à trabalho no Japão.
A preocupação principal é com a segurança, pois do mesmo jeito que uma mãe pode abraçar um filho, um pedófilo pode abraçar uma criança.

Sorvete de creme com gosto de napolitano


Já pensou pôr na boca aquela salada verde terrível que sua mãe faz e você tanto odeia, mas ao invés de sentir o gosto dos vegetais, sentir gosto de um delicioso e legítimo chocolate alpino?
É difícil de imaginar que algo assim seja possível, mas para o professor japonês Michitaka Hirose é tão fácil como colocar comida na boca. Ele criou um dispositivo, o "MetaCookie+" de realidade virtual que altera a cor e sabor dos alimentos, dando a sensação de estar saboreando outra coisa. O aparato é um head mounted display (visor montado na cabeça, em tradução literal). O objetivo do experimento é fazer com que as pessoas provem novos sabores, mesmo que o que queiram não estejam a disposição.

O futuro pode não estar tão perdido como se pensava...

Já pensou se todos os registros e provas de que você existiu, no futuro fossem perdidas e ninguém nunca tivesse o conhecimento de que você existiu ou deixou de existir? Foi pensando nisso que um grupo de cientistas europeus tem desenvolvido um software para preservar dados para o futuro, sobrevivendo às continuas mudanças tecnológicas, podendo ser acessados e compreendidos.
Todo esse avanço foi obtido atravé do CASPAR, - sigla em inglês para PRESERVAÇÃO DO ACERVO CULTURAL ARTÍSTICO E CIENTÍFICO PARA O ACESSO E RECUPERAÇÃO - que custou 8,8 milhões de euros.
Com o passar dos anos, a forma de escrita e leitura de dados muda continuamente, igualmente os seus formatos. Com essa idéia, os cientistas do CASPAR criaram uma ferramenta capaz de extraír dados dos mais diversos formatos de arquivos e pesquisas, como por exemplos das investigações sobre a influência humana sobre o aquecimento global. As técnicas já foram usadas amplamente com sucesso.

Ficou curioso? Faça o download do software CASPAR e tire você mesmo suas conclusões. Basta ir em www.casparpreserves.eu