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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Gingerbread ainda é a versão mais usada do Android

Modelos com sistema operacional 2.3 predominam. Ice Cream Sandwich cresce com lentidão.










O Android 4.1 (Jelly Bean) ainda nem começou a ser distribuído oficialmente em novos tablets ou smartphones, mas a nova versão do sistema operacional da Google tem uma tarefa árdua pela frente: convencer os consumidores a atualizarem seus aparelhos ou comprarem gadgets mais modernos.

De acordo com uma pesquisa publicada pela própria Google, a versão 2.3 (Gingerbread) ainda é a mais difundida no mercado. Ao contabilizar acessos à loja Google Play nos últimos dias de junho de 2012, a empresa descobriu que 64% dos Androids estão nessa versão do sistema operacional, enquanto quase 23% dos aparelhos rodam 2.2 ou inferior.

A versão 4.0 (Ice Cream Sandwich), apesar de não ter nem um ano de vida e números considerados baixos, apresenta leves melhoras: 10,9% dos aparelhos já estão na atual versão do Android, contra 7,1% na pesquisa que terminou em maio deste ano.

Fonte: Google

Diga adeus ao iGoogle e ao Google Videos

Empresa decidiu descontinuar alguns de seus serviços, mas oferece alternativas para quem quer algo semelhante.





Sabe aquele momento do ano em que você decide se livrar de tudo aquilo que está acumulado em seu armário sem utilização? Pois a Google também tem esses “surtos de organização” com seus produtos, tanto que alguns serviços deixarão de funcionar em breve ou receberão grandes mudanças para se adequarem aos novos tempos.

Em um comunicado oficial em seu blog, a empresa anunciou que irá descontinuar e adaptar algumas de suas páginas para poder se focar em projetos que realmente merecem atenção. No entanto, a companhia faz questão de que reforçar a ideia de que nada será perdido, já que irá incorporar alguns conteúdos em sites existentes.

Prova disso é que o Google Video, que já havia parado de receber novos uploads desde maio de 2009, terá toda sua biblioteca transferida para o YouTube. Para isso, os donos das contas terão até o dia 20 de agosto para migrar suas apresentações ou realizar o download.



Já no dia 1º de novembro de 2013 é a vez do iGoogle dar adeus à internet. De acordo com a companhia, a página que integrava diversos recursos da empresa juntamente com a busca surgiu 2005, mas deixou de ter utilidade com a expansão do Chrome e do Android, que oferecem algo semelhante e de maneira muito mais prática.

Além desses dois, quem também será descontinuado é o aplicativo de pesquisa para Symbian. Proprietários do sistema operacional terão de utilizar a versão para navegadores do serviço, como a própria Google sugere. Já o Mini e o Talk Chatback, usados em sites e por algumas corporações, também deixarão de existir nos próximos meses.

Fonte: Google

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Google Glasses deve chegar ao varejo um ano após a versão para desenvolvedores

O novo produto da empresa deve custar mais barato e ter opções de personalização.










Nos últimos dias, a Google exibiu o seu mais novo projeto: o Google Glasses. Trata-se de um par de óculos de realidade aumentada. Com ele, você pode ver imagens projetadas à sua frente, como se você estivesse diante de uma tela de um computador.

A versão lançada inicialmente será a Explorer Edition, um protótipo destinado apenas a desenvolvedores e custando US$ 1.500 (R$ 3.000). A empresa planeja lançar uma versão mais simplificada do produto, destinada ao público comum e com designs diferenciados (afinal de contas, ele faz parte do vestuário). O custo também deverá ser significativamente menor.

Apesar de não ter ainda um preço definido, o líder do projeto e cofundador da Google, Sergey Brin, declarou que o foco é manter o preço na faixa dos US$ 200 a US$ 500 (R$ 400 e R$ 1.000, respectivamente). Brin também disse que o objetivo principal da equipe é criar uma experiência incrível para as pessoas, e não desenvolver o hardware mais barato do mercado.

Durante esse período entre o lançamento das duas versões, a Google conta com os desenvolvedores para criar o máximo possível de aplicações para o dispositivo. Outro ponto a ser discutido é o consumo da bateria: o próprio Sergey Brin sugeriu que a duração total é de aproximadamente seis horas.

Fonte: TechCrunch

Google Chrome está confirmado para o iOS e terá sincronização total

Browser finalmente chega aos portáteis da Apple e pode estender o domínio da Google no mercado de navegadores.











Fãs do Google Chrome e proprietários de iPhones e iPads, a espera acabou. A partir de hoje, os portáteis da Apple também terão acesso a um dos navegadores mais amados do mundo. O anúncio ocorreu durante o segundo dia da conferência Google I/O 2012. Em qualquer plataforma, o navegador parece bastante suave e estável, o que deve garantir o sucesso em todo o mundo.

Outra novidade relacionada ao navegador está na sincronização total. Tanto no iOS quanto no Android, os consumidores poderão importar seus dados de login, senhas, favoritos e muito mais. Com isso, a Google pretende deixar o Chrome ainda mais universal, garantindo que os usuários possam ter o melhor do navegador, em qualquer plataforma em que estejam.

Google Docs agora também funciona em modo offline

Eliminando a necessidade da conexão, aplicativos do Google Docs podem garantir mais autonomia para os usuários.










Se você já pensou em substituir os aplicativos normais de criação e edição de textos – e outros documentos – pelo Google Docs, deve ter pensado algo parecido com: “O que acontece se a internet cair?”. A partir de agora, isso não será mais uma realidade para os consumidores, pois a Google anunciou que os apps online poderão ser utilizados também sem a conexão com a internet.

Isso acontece porque, agora, a Google disponibiliza um sistema de armazenamento em cache para os usuários. Mesmo que a conexão com a internet seja interrompida, os computadores continuam trabalhando e salvando as alterações feitas nos documentos. Assim que a conexão é retomada, uma rápida sincronização acontece e o material é atualizado.

Esse ainda não é um aplicativo que pode ser baixado para os computadores, mas é preciso dizer que o avanço já pode garantir algumas vantagens aos usuários.

Google Compute Engine: milhares de núcleos para rodar apps nas nuvens

Novo sistema garante muito mais velocidade e confiabilidade nos resultados de testes e pesquisas.








Imagine centenas de milhares de núcleos de processamento realizando uma tarefa para você ou para um software que você esteja desenvolvendo. Certamente, os resultados seriam incríveis e capazes de deixar qualquer mente superpoderosa com inveja da velocidade obtida. Pois é o que a Google está oferecendo para os desenvolvedores com a nova tecnologia Google Compute Engine.

De maneira resumida, o sistema funciona da seguinte forma: desenvolvedores ou pesquisadores fazem o upload de seus sistemas para que as máquinas Linux dedicadas realizem os cálculos mais avançados que forem possíveis. Em um exemplo, a Google mostrou que uma empresa poderia importar um banco de dados inteiro para realizar cálculos mais precisos em poucos instantes.

Google Drive é anunciado para iOS e Chrome OS

Sistema de armazenamento em nuvens está mais versátil e deve garantir mais possibilidades aos usuários.












Entre as diversas atualizações que foram reveladas no segundo dia das conferências Google I/O 2012, uma que chamou a atenção do público foi relacionada ao Google Drive. A partir de hoje, dois novos sistemas operacionais passam a fazer parte das plataformas suportadas pela central de armazenamento em nuvens da empresa de Mountain View: iOS e Chrome OS.

Em abril, a Google já havia disponibilizado o Drive para Windows, Mac e Android. Com a atualização, iPhones, iPads, Chromebooks e Chromeboxes poderão baixar o aplicativo para facilitar ainda mais a sincronização entre os arquivos.

Google deu um Chromebox para cada participante da I/O 2012

Além dos kits entregues ontem, Google também deu uma máquina para centralização de mídia.









O Chromebox é um computador que funciona como uma central para música e vídeos, podendo também rodar jogos diretamente por servidores em nuvens, como o Gaikai mostrado no evento. Cada um deles custa US$ 329, o que geraria um custo de mais de 6 milhões de dólares se alguém quisesse comprá-los na quantidade que a Google distribuiu.

Google Chrome é usado por mais de 310 milhões de pessoas

Durante segundo dia de evento em São Francisco, nos Estados Unidos, empresa revela que seu navegador web é o mais popular do mundo












Hoje é o segundo dia do Google I/O 2012, evento em que foram anunciadas novidades como o tablet Nexus 7 e a nova versão do Android, Jelly Bean. Agora, com foco no futuro do navegador Chrome, a empresa anunciou um dado impressionante: no total, são 310 milhões de usuários ativos do navegador da Google, o que faz dele o browser mais popular do mundo.

Dois anos atrás, eram 70 milhões de pessoas navegando com o Chrome e, em apenas um ano, esse número passou para 160 milhões. Dessa vez, o número quase dobrou novamente. De acordo com o vice-presidente do Chrome, Sundar Pichai, a empresa investiu no navegador para ajudar as pessoas a manterem-se conectadas e usarem serviços da nuvem de maneira transparente. Pelo visto, a estratégia tem dado certo.

Nexus Q pode abrir games, mas eles não funcionam

Embora o gadget não tenha sido planejado para rodar games, desenvolvedores acreditam ter diversas possibilidades para trabalhar no aparelho.













Logo depois do anúncio do lançamento do Nexus Q, a Google já distribuiu alguns aparelhos para que desenvolvedores naveguem pelas possibilidades da central multimídia da empresa. Segundo o The Verge, a desenvolvedora de apps para Android Christina Kelly tentou rodar o jogo Swords and Soldiers no gadget, mas não obteve muito sucesso.

O app chega a abrir, mas o funcionamento é interrompido. A desenvolvedora ainda alerta que, mesmo que o sistema funcionasse, a falta de controles sensíveis ao toque colocaria em xeque toda a jogabilidade do app. Mesmo assim, isso não significa que o Nexus Q seja uma plataforma totalmente livre de diversão.

Para o Slash Gear, o fato do Nexus Q rodar Android e contar com uma arquitetura similar ao Galaxy Nexus faz com que os desenvolvedores ganhem muita liberdade para criar e, principalmente, explorar o potencial do gadget na área de entretenimento.

Fontes: Christina Kelly, Slash Gear, The Verge

terça-feira, 26 de junho de 2012

Google cria cérebro artificial com 16 mil núcleos capaz de aprender sozinho

O sistema carrega algoritmos jamais vistos na inteligência artificial. Segundo seus criadores, o próprio computador criou um padrão para identificar imagens.








Você provavelmente já ouviu falar do Google X, o laboratório experimental da Google. De lá saíram projetos incríveis como o Project Glass e o carro que dirige sozinho. A novidade agora está em um novo anuncio feito pela equipe da gigante de buscas que promete ser uma grande revolução no campo da inteligência artificial, trazendo aplicações para vídeos do YouTube na busca de imagens, reconhecimento de fala e tradução de idiomas.

A empresa está trabalhando agora em algoritmos que estão sendo chamados de “neural network”. O sistema é formado por um conjunto de mil computadores criando o que seria um equipamento de 16 mil núcleos. Nada mal, não é mesmo? A rede foi alimentada com imagens de 200x200 pixels retirados de maneira randômica de cerca de 10 milhões de vídeos do YouTube.




Os alvos


O sistema foi capaz de identificar faces, corpos humanos e gatos sem que fossem necessárias especificações diferentes para cada categoria. Ao perceber padrões recorrentes em imagens, o computador passou a separar automaticamente tudo o que era similar dentro de seu banco de dados. Em métodos tradicionais de busca, seria necessário que alguém definisse esses padrões para o computador, que retornaria dados com base naquilo que foi programado.

Segundo Dr. Jeff Dean, um dos funcionários da Google envolvido no projeto, o sistema foi capaz de criar por si próprio diversos padrões para identificar as imagens, desenvolvendo de maneira totalmente independente um conceito de gato, por exemplo. No banco de imagens usado para os testes do sistema, o próprio computador teria entendido o que eram as fotografias de gatos e criado novos padrões de avaliação, gerando a nova “regra” no sistema. Assim, sempre que imagens de gatos apareciam, o sistema identificava os animais sem que fosse necessário criar variáveis para que isso acontecesse.

Dean ressalta que o sistema ainda não é perfeito, mas que, com o sucesso das primeiras pesquisas, o projeto foi retirado do Google X e já está sendo desenvolvido pela equipe de negócios da Google com a possibilidade de tornar esses algoritmos parte de seu sistema de buscas em um futuro próximo.

Fonte: The Verge, Gizmodo





quinta-feira, 21 de junho de 2012

Google amplia cobertura de trânsito em cidades brasileiras

Intensidade de tráfego pode ser conferida por enquanto em cinco capitais brasileiras.




Em uma grande atualização, o Google Maps passará a disponibilizar informações sobre o trânsito nas cidades brasileiras de Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Desse modo, além de mostrar o nível de tráfego, o aplicativo também é capaz de informar o tempo estimado de viagem.

Além do Brasil, outros 19 países receberam uma atualização em seu sistema de cobertura de tráfego pelo Google Maps, enquanto outros sete países (Belarus, Latvia, Estônia, México, Peru, Romênia e África do Sul) passaram a fazer parte das regiões monitoradas pelo Google.

Para acessar as informações de trânsito, basta clicar na aba “Trânsito” no canto superior direito do Google Maps enquanto visualiza o mapa de uma das cidades inclusas no programa. A novidade está disponível tanto na versão para navegadores do serviço como em seus aplicativos para dispositivos móveis.

Fonte: Google

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Como o novo cérebro do Google está transformando a internet

Com o Google Knowledge Graph, a forma de fazer buscas na rede já mudou.








Em meados de 2012, a Google anunciou o lançamento de mais um de seus serviços, o Google Knowledge Graph. O novo recurso aprimora o sistema de buscas da companhia, fazendo com que ele seja capaz de diferenciar com mais propriedade termos semelhantes entre si. A ideia é exibir mais informações na tela em menos tempo.

A tecnologia por trás do Knowledge Graph foi adquirida pela Google em 2010, e chama-se Freebase. Criada inicialmente pela Metaweb, a base de dados colaborativa é capaz de interligar informações de uma forma bem diferente. E isso está mudando a forma como o resultado das buscas é exibido.





O catálogo de todas as coisas



A ideia da Freebase veio de John Giannandrea, cofundador da Metaweb. O objetivo da base é que todas as informações estejam ligadas de alguma maneira, direta ou indiretamente. Com isso, a busca na internet pode ser mais inteligente do que atualmente.
 


Quando você busca pelo nome de uma celebridade na internet, espera que o resultado seja uma lista de links que levem você a sites com informações a respeito da pessoa. Mas e se fosse possível visualizar alguns dados básicos do artista na tela do próprio buscador? Isso pouparia algum tempo para quem quisesse saber apenas o nome completo do famoso, por exemplo.

É justamente nessa coleta de informações rápidas que o Knowledge Graph e a Freebase entram. Para criar a base de dados, John Giannandrea começou a conectar palavras relacionadas. Ele começou pelo termo “ponte”, ligando-o com o nome das construções do gênero mais famosas, passando para “estrada”, conectando o nome das estradas que passam pelas pontes, seguindo para a cidade em que se localizam, depois país e assim por diante.

Depois de cinco anos sendo alimentada com dados, a base contava com 12 milhões de objetos interligados. Foi quando a Google se interessou pela Freebase e comprou a Metaweb. Depois do primeiro ano nas mãos da gigante da internet, a base tinha 25 milhões de termos.

Mas o que chamou a atenção da Google?

Obviamente, os dados. Se antes a empresa sugeria informações e propaganda baseadas em “experiências anteriores” e chutes, com a Freebase ela é capaz exibir mais informações corretas e realmente relevantes para quem utiliza os seus serviços.
 


Com o Knowledge Graph, o Google ficou mais inteligente. Se você buscar por “Isaac Newton”, por exemplo, uma minibiografia do físico e matemático é exibida na coluna à direita da janela do navegador, trazendo apenas as informações mais relevantes a respeito desse ícone da ciência.

Se o que você queria era apenas saber a data de nascimento de Newton, sua busca por informações acaba já na página de resultados. Caso queira se aprofundar mais, aí sim os links exibidos são úteis.
 


E o que mais muda?



O tráfego de acesso do Google para outros sites certamente sofrerá uma queda considerável. Antes, você não tinha muita escolha a não ser acessar uma das páginas listadas para obter a informação desejada, mesmo que fosse apenas uma data. Com o Knowledge Graph, isso não acontece com tanta frequência.

Ainda não há como prever qual será o real impacto que esse novo modo de busca da Google irá causar na internet. Mas sites e blogs que dependem dos acessos vindos do buscador certamente sentirão bastante diferença no número de acessos.

Conheça o game criado para promover o evento Google I/O

As invenções mais criativas do jogo vão ganhar destaque na conferência da empresa que se inicia no próximo dia 27.




A Google encontrou uma maneira bastante criativa de promover o interesse pela versão 2012 do evento I/O. A empresa criou um game chamado de Input/Output, no qual os jogadores devem combinar uma série de ferramentas para levar uma bolinha de um canto a outro da tela.

Para participar da experiência, basta usar o ponteiro do mouse, ferramenta que serve tanto para selecionar novas peças do projeto quanto para modificar suas dimensões, cores e ângulos de exibição. Segundo a empresa, as invenções mais chamativas podem figurar entre aquelas que serão demonstradas durante a conferência marcada para começar no dia 27 de junho.

Clique aqui para experimentar o novo game e concorrer a uma chance de ganhar fama durante o evento. Fique ligado no Tecmundo para conferir os detalhes sobre a conferência da Google e acompanhar todas as novidades sobre o mundo da tecnologia em geral.


sábado, 24 de março de 2012

Google Voice agora também compatível com Android 4.0


Você que usa algum celular com Android 4.0 Ice Cream Sandwich já pode comemorar. E você que ainda não usa, tem mais um pequeno motivo para adquirir um.
O Google Voice, app que substitui chamadas telefônicas convencionais e é concorrente direto do Skype, podendo até substituir aquela clássica secretária eletrônica, de voz enjoada e que come seus créditos ou que aumenta sua conta, agora é compatível com todos os celulares que possuem o Android 4.0 como S.O.
Um dos recursos mais úteis do aplicativo é a função de ao invés de transferir as ligações não atendidas para a sua secretária eletrônica convencional, grava as mensagens de voz no próprio aparelho, facilitando assim o acesso à elas, podendo essas assim serem reproduzidas com velocidades alteradas, facilitando anotações em uma agenda comum, por exemplo. Por enquanto, tudo isso só está disponível nos EUA. Isso para quem faz download pelo site oficial de app do Android, o Google Play... =)

sábado, 17 de março de 2012

Novo Tablet da Google poderá reutilizar características do da Asus e sair por menos de R$300 no exterior

Pouco foi revelado pela Google desde que ela disse os seus planos de produzir um tablet próprio, em Dezembro de 2011. As especulações são inúmeras. O Android And Me, por exemplo, informou que os preços poderão estar entre R$260 e R$360 fora do Brasil, sendo o tablet produzido pela Asus. A suposta informação vazada saiu da boca de um funcionário anônimo de uma distribuidora ligada à empresa, este informando ainda que a prancheta, munida com um processador quad-core Tegra 3, anunciada na CES 2012, havia sido descartada, sendo as características reaproveitadas pela gigante Google. Como o próprio tablet não foi confirmado, supostas datas de lançamentos dificilmente serão reveladas a curto prazo.


(Imagem retirada do site LdiGames)