HISTÓRICO DE NOTÍCIAS

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Milhões de pessoas podem ficar sem acesso à internet na próxima semana

Manobra executada pelo FBI planeja desativar servidores DNS utilizados por criminosos.








Milhões de pessoas em todo o mundo podem ficar sem acesso à internet a partir do dia 9 de julho, data em que o FBI planeja desativar servidores DNS utilizados por criminosos. Isso deve ser feito para ajudar a eliminar o vírus chamado DNSCharger que, ao infectar os computadores, desvia a rota dos dados e envia informações direto para os bandidos.

Servidores DNS são sistemas que identificam os endereços na internet. Todos os sites são identificados por números IP, e o trabalho dos servidores DNS é associar esse número com um nome por extenso, para facilitar a navegação.

O que o vírus DNSCharger faz é direcionar o tráfego de dados alterando essa identificação. Caso a sua máquina esteja infectada, ao digitar o endereço por extenso, você vai ser levado para um site de propriedade dos criminosos.

Com o desligamento desses servidores, todas as pessoas que tiverem seus computadores infectados podem ficar sem acesso à internet, já que suas máquinas vão continuar buscando por endereços que não existem mais. O único jeito de voltar a navegar sem problemas é eliminar o vírus dos computadores. O FBI está implantando servidores DNS “limpos” temporários para substituir aqueles que serão desativados.

Seis estonianos por trás dessa fraude foram presos pelo FBI durante as investigações. O vírus DNSCharger se disseminou através dos meios tradicionais, como emails e malwares.

Fonte: CBC News e Tecmundo

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Criador do Megaupload acusa vice-presidente dos EUA de ter pedido o encerramento do site

Motivação seria relação próxima da principal associação da indústria cinematográfica dos EUA com diversos setores do governo do país, inclusive a vice-presidência.







Meses após o encerramento do Megaupload, o criador do site, Kim Dotcom, faz uma revelação audaciosa. Ele garante ter ouvido de “fontes confiáveis” que a ordem para encerramento de um dos maiores sites de compartilhamento do mundo foi dada diretamente pelo vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

Em entrevista ao site TorrentFreak, o empresário afirma que a motivação teria sido a estreita relação entre Biden e Chris Dodd, diretor da Motion Picture Association of America (MPAA), associação que representa a indústria cinematográfica estadunidense.

“Eu sei de uma fonte confiável que foi Joe Biden, o melhor amigo do ex-senador e chefe da MPAA Chris Dodd, quem ordenou a seu ex-advogado e agora procurador do estado Neil MacBride derrubar o Mega”, relatou Dotcom.





Ordem direta da Casa Branca


O criador do Megaupload teria ainda investigado a lista de presentes em uma reunião realizada na Casa Branca, na qual Biden e Dodd teriam participado juntamente com o presidente dos EUA, Barack Obama, ou alguns de seus assessores diretos. O encontro teria ocorrido em junho de 2011.

Da reunião, teriam participado ainda diretores de grandes estúdios, como Sony, Disney e Universal, além de Michael Ellis, advogado especializado em extradição. O motivo da presença de Ellis seria o fato de Dotcom residir na Nova Zelândia.

Se confirmadas, as revelações ressaltam a grande força do lobby de Hollywood na Casa Branca. A prática, que consiste no “investimento” em setores estratégicos do governo por algum interesse, é legal nos EUA (no Brasil, isso é proibido). Em um relatório de 2011, a MPAA divulgou ter investido US$ 400 mil dólares (algo como R$ 800 mil) em diversos órgãos estatais do país norte-americano, inclusive na vice-presidência.

Fonte: TorrentFreak

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Site lista os 10 empresários mais ricos da internet

Superando nomes como Sergey Brin e Mark Zuckerberg, Jeff Bezos, da Amazon, aparece no topo do levantamento da Business Insider.








O site Business Insider divulgou recentemente uma lista das pessoas que mais lucram com a internet atualmente. Contrariando muitas expectativas, não são os fundadores da Google, tampouco Mark Zuckerberg, que encabeçam a seleção, mas sim uma figura muito mais discreta: Jeff Bezos, da Amazon.

Bezos, que já chegou a ser cozinheiro em uma unidade do McDonald’s, possui um valor líquido estimado em US$ 20,2 bilhões. CEO e cofundador do site de vendas mais famoso do mundo, ele detém uma fatia de 20% da imensa companhia. Somente em 2011, ele viu seu valor subir em 50% graças ao grande crescimento da empresa, que aposta em cada vez mais segmentos de mercado para se valorizar.

Em segundo lugar na lista está Larry Page,cofundador e CEO do Google que, atualmente, é avaliado em US$ 17,5 bilhões. Seu nome é seguido pelo de Sergey Brin, o outro responsável pelo grande sucesso da gigante das buscas, que atualmente vale US$ 17,4 bilhões. Confira abaixo os 10 nomes reunidos pelo site e o valor de mercado de cada um:
10 - Dustin Moskovits (Facebook) — US$ 5,1 bilhões;
9 - Hiroshi Mikitani (Rakuten) — US$ 6,2 bilhões;
8 - Pierre Omidyar (eBay) — US$ 6,7 bilhões;
7 - Eric Schmdit (Google) — US$ 6,9 bilhões;
6 - Masayoshi Son (Softbank) — US$ 7,3 bilhões;
5 - Robin Li (Baidu) — US$ 10,2 bilhões;
4 - Mark Zuckerberg (Facebook) — US$ 14,2 bilhões;
3 - Sergey Brin (Google) — US$ 17,4 bilhões;
2 - Larry Page (Google) — US$ 17,5 bilhões;
1 - Jeff Bezos (Amazon) — US$ 20,2 bilhões.

Fonte: Business Insider

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Prisão de Kim Dotcom foi ilegal, afirma juiz neozelandês

Justiça da Nova Zelândia afirma que a ação policial que prendeu Dotcom cometeu vários equívocos legais.






No dia 20 de janeiro deste ano, Kim Dotcom (o fundador do Megaupload) foi preso sob a alegação de ferir leis de direitos autorais e também por lavagem de dinheiro. Desde a data, muita polêmica está envolvendo o caso, principalmente pelo fato de o empresário ter sido preso na Nova Zelândia, mas apenas após investigações da Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI).

Agora, cinco meses depois do ocorrido, um juiz neozelandês emitiu um parecer sobre o caso, alegando que todo o processo de captura de Dotcom foi ilegal, principalmente pelo fato de os mandados de busca serem “inválidos”. E o que leva o juiz a pensar isso? Para começar, em nenhum momento os policiais que entraram na casa do empresário disseram que estavam lá como policiais.
Os erros na ação policial

Como o Ars Technica mostrou, o juiz neozelandês deixou bem claros os motivos para considerar a ação como ilegal. Para começar, os policiais deveriam deixar claro que estavam lá por motivos judiciais – eles invadiram a casa de Dotcom já com armas em punhos e sem uniformes. Isso dá argumentos para o fundador do Megaupload, que agora diz que estava armado e escondido apenas para se proteger.








Além disso, também há relatos de truculência na ação policial. Kim Dotcom diz que tomou um soco, foi jogado no chão e teve a mão esmagada pelos pés dos policiais – mesmo sem ter oferecido resistência à prisão. Outro erro aconteceu quando os agentes não revelaram ao suspeito quais eram as leis que ele havia infringido, assim como não informaram o país que estava cuidando do caso.

Por fim, o fato de os policiais da Nova Zelândia terem apreendido uma série de itens sem necessidade também foi um erro. Isso aconteceu porque eles não faziam ideia de o que estavam realmente procurando, uma vez que todo o processo foi coordenado pelo FBI (EUA) e somente a prisão foi realizada pelos agentes neozelandeses (que não tiveram acesso às informações necessárias).
O que acontecerá a partir de agora?

Ainda é difícil afirmar o que vai acontecer no caso de Kim Dotcom. A justiça da Nova Zelândia começa a dar alguns passos na direção do empresário, mas a polícia norte-americana já tem todos os dados que precisava. No dia 4 de julho, uma nova sentença vai dizer se ele vai realmente ser extraditado para os Estados Unidos. Se a justiça declarar que ele deve ser levado para a América, as chances de ele ser inocentado em todo o caso podem ser esquecidas.

Font: Ars Technica

Atari poderia ser dona da internet

Em meados da década de 70, a empresa tinha planos de criar uma rede mundial de consoles, o que poderia fazer com que a patente da internet fosse da Atari.







É difícil imaginar como seria se a internet tivesse um dono, certo? Então saiba que isso esteve muito próximo de acontecer. Caso os planos originais da Atari tivessem sido concretizados na década de 70, hoje ela poderia ser “dona” de todo o espaço virtual na rede.

O projeto só foi cortado após a aquisição da empresa pela Warner, no ano de 1976. Em uma extensa entrevista para a revista Time, Nolan Bushnell, fundador da Atari, lamenta: "Se tivéssemos ido em frente, poderíamos ter criado a internet e tê-la em mãos. É divertido pensar sobre ser o dono da internet".

Página da Microsoft ganha visual da interface Metro

Aos poucos, o novo visual do Windows vai conquistando outros produtos e canais de comunicação da Gigante de Redmond.











Pouco tempo atrás, imagens de uma reformulação visual do Hotmail foram parar na internet, mostrando que o sistema de emails da Microsoft pode estar prestes a ganhar a aparência da interface Metro. Agora, notícias apontam que a empresa está testando o mesmo estilo na página inicial de seu website.

O novo design é muito mais limpo e foca em imagens, em vez de uma quantidade grande de textos. Pelo visto, a página parece estar bem preparada para monitores grandes e de altas resoluções, além de dispositivos touchscreen. A novidade já pode ser conferida online.

Fontes: The Verge, LiveSide

Google Chrome é usado por mais de 310 milhões de pessoas

Durante segundo dia de evento em São Francisco, nos Estados Unidos, empresa revela que seu navegador web é o mais popular do mundo












Hoje é o segundo dia do Google I/O 2012, evento em que foram anunciadas novidades como o tablet Nexus 7 e a nova versão do Android, Jelly Bean. Agora, com foco no futuro do navegador Chrome, a empresa anunciou um dado impressionante: no total, são 310 milhões de usuários ativos do navegador da Google, o que faz dele o browser mais popular do mundo.

Dois anos atrás, eram 70 milhões de pessoas navegando com o Chrome e, em apenas um ano, esse número passou para 160 milhões. Dessa vez, o número quase dobrou novamente. De acordo com o vice-presidente do Chrome, Sundar Pichai, a empresa investiu no navegador para ajudar as pessoas a manterem-se conectadas e usarem serviços da nuvem de maneira transparente. Pelo visto, a estratégia tem dado certo.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Google cria cérebro artificial com 16 mil núcleos capaz de aprender sozinho

O sistema carrega algoritmos jamais vistos na inteligência artificial. Segundo seus criadores, o próprio computador criou um padrão para identificar imagens.








Você provavelmente já ouviu falar do Google X, o laboratório experimental da Google. De lá saíram projetos incríveis como o Project Glass e o carro que dirige sozinho. A novidade agora está em um novo anuncio feito pela equipe da gigante de buscas que promete ser uma grande revolução no campo da inteligência artificial, trazendo aplicações para vídeos do YouTube na busca de imagens, reconhecimento de fala e tradução de idiomas.

A empresa está trabalhando agora em algoritmos que estão sendo chamados de “neural network”. O sistema é formado por um conjunto de mil computadores criando o que seria um equipamento de 16 mil núcleos. Nada mal, não é mesmo? A rede foi alimentada com imagens de 200x200 pixels retirados de maneira randômica de cerca de 10 milhões de vídeos do YouTube.




Os alvos


O sistema foi capaz de identificar faces, corpos humanos e gatos sem que fossem necessárias especificações diferentes para cada categoria. Ao perceber padrões recorrentes em imagens, o computador passou a separar automaticamente tudo o que era similar dentro de seu banco de dados. Em métodos tradicionais de busca, seria necessário que alguém definisse esses padrões para o computador, que retornaria dados com base naquilo que foi programado.

Segundo Dr. Jeff Dean, um dos funcionários da Google envolvido no projeto, o sistema foi capaz de criar por si próprio diversos padrões para identificar as imagens, desenvolvendo de maneira totalmente independente um conceito de gato, por exemplo. No banco de imagens usado para os testes do sistema, o próprio computador teria entendido o que eram as fotografias de gatos e criado novos padrões de avaliação, gerando a nova “regra” no sistema. Assim, sempre que imagens de gatos apareciam, o sistema identificava os animais sem que fosse necessário criar variáveis para que isso acontecesse.

Dean ressalta que o sistema ainda não é perfeito, mas que, com o sucesso das primeiras pesquisas, o projeto foi retirado do Google X e já está sendo desenvolvido pela equipe de negócios da Google com a possibilidade de tornar esses algoritmos parte de seu sistema de buscas em um futuro próximo.

Fonte: The Verge, Gizmodo





Britânica é confundida com banco e recebe centenas de reclamações no Twitter

Jovem com perfil de mesmo nome que instituição polêmica ficou famosa na Inglaterra.




Uma função bastante útil do Twitter descoberta há algum tempo é usá-lo para entrar em contato com empresas e reclamar sobre produtos ou serviços de má qualidade – mas, para isso, é necessário acertar o perfil da companhia. Olha só o que aconteceu na Inglaterra: por uma coincidência bizarra, uma professora de 22 anos recebeu mais de 200 mensagens de ódio de pessoas que achavam que ela era um banco.

O problema é que Natalie West é a dona do perfil @NatWest, que também é o nome informal do banco National Westminster Bank, um banco que está passando por sérios problemas de sistema que impediram débito automático, pagamento de contas, saques e uso de cartões de crédito por alguns dias – um caos total para quem depende desses serviços.

Como resultado, a população correu ao Twitter para reclamar ao NatWest, sem saber que o perfil tinha outra dona (Natalie criou a conta há cinco anos). A professora recebeu mais de 200 mensagens, como “Ei, devolva meu dinheiro!” – além de menções com conteúdos mais pesados e ameaçadores. Ela até foi obrigada a twittar algo como "Eu não sou um banco!", mas as mensagens demoraram a cessar.

Apesar de ter a caixa de mensagens inundada, a jovem não vai trocar o apelido no Twitter e disse ter levado tudo na brincadeira, afirmando que nunca foi tão famosa antes. Já o banco também tem um canal na rede social, o @NatWest_Help.

Facebook: tão satisfatório quanto o sexo e a comida?

Estudo sugere que a sensação de recompensa estaria relacionada a um aumento na produção de dopamina







De acordo com o site CBS DC, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Harvard concluiu que a sensação de “recompensa” experimentada pelo cérebro quando uma postagem sua é vista, comentada ou curtida pelos seus amigos do Facebook é equivalente à resposta cerebral relacionada ao prazer obtido pela comida e pelo sexo.

Segundo os pesquisadores, as pessoas sentem-se mais à vontade para fazer revelações pessoais através das mídias sociais, algo que também está relacionado a um aumento na produção de dopamina — uma substância ligada à sensação de prazer. Tal aumento estaria relacionado à antecipação de uma recompensa como resultado de alguma postagem sendo visualizada na rede social.




Facebook, comida e sexo


Segundo a publicação, os pesquisadores avaliaram a maneira como as pessoas reagiriam ao ter que decidir se preferiam receber determinada quantidade de dinheiro para responder a algumas perguntas sobre temas aleatórios ou uma recompensa menor para responder a perguntas nas quais teriam que revelar suas opiniões pessoais.

A grande maioria preferiu falar sobre suas vidas, demonstrando, de acordo com os cientistas, que revelar opiniões ou informações pessoais parece desencadear mecanismos neurais e cognitivos associados à sensação de prazer, ou seja, as mesmas sensações primárias de recompensa obtidas através do sexo e da comida.

Fontes: PNAS e CBS

Kim Dotcom chama seguidores do Twitter para festa na piscina

Fundador do Megaupload já chamou fã para festejar, mas promete evento maior.








A conta no Twitter de Kim Dotcom continua bombando: depois de postar piadas sobre processos judiciais e detalhes de todo o cotidiano enquanto aguarda julgamento, o dono do site Megaupload resolveu mostrar para um de seus fãs que todo o luxo (e as bizarrices) aparente pelas fotos na rede social é mesmo realidade.

Questionado por um seguidor se ele “passava o dia inteiro dirigindo e posando para fotografias”, Dotcom respondeu positivamente e ainda convidou Ben Gracewood, que também mora na Nova Zelândia, a visitar a mansão e participar de uma festinha na piscina do milionário.

A experiência foi considerada divertida e surreal por Gracewood, que até criou um site sobre o feito, além de narrada em tempo real por Dotcom sob a hashtag #swimatkims. Mas não acaba aí: animado pela ideia, o empresário prometeu uma festa ainda maior – em uma piscina pública, com sons, luzes, DJs e muitas pessoas dispostas a lutar por uma internet livre e, claro, se divertir.

Fonte: Mashable

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Facebook implementa recurso para encontrar amigos nas proximidades

Nova ferramenta do aplicativo móvel da rede social usa GPS dos eletrônicos para identificar potenciais amigos que estejam por perto.










Conforme noticiado pelo site TechCrunch, o Facebook implementou na surdina mais uma funcionalidade para o seu aplicativo móvel. Agora, você pode procurar por amigos que estejam nas proximidades da sua localização. O “Friendshake”, como foi batizada a ferramenta, utiliza o sistema GPS do smartphone ou tablet para identificar a sua posição no globo terrestre e indicar potenciais amigos que estão por perto.

Contudo, para que uma pessoa seja mostrada pelo recurso, é preciso que ela também esteja com a tela do “Friendshake” aberta. Caso você queira adicionar um amigo que não aparece na lista mostrada por esse mecanismo, é preciso que ele acesse a página http://fb.com/ffn pelo navegador de um eletrônico ou até mesmo de um computador.

O caminho a ser seguido para acessar essa novidade no aplicativo da rede social para portáteis é: Menu > Localizar amigos > Outras Ferramentas > Encontre amigos nas imediações. É válido ressaltar que você precisa estar logado na sua conta do Facebook para usufruir dessa ferramenta.

Fonte: TechCrunch

sábado, 23 de junho de 2012

Finalmente será possível editar comentários no Facebook

Agora não será mais necessário apagar um comentário para editá-lo, mas todas as mudanças feitas serão registradas pela rede social.




O Facebook acaba de lançar um novo recurso para a rede social que permite com que os comentários sejam editados a qualquer momento. Em vez de apagar um comentário e responder novamente, você poderá simplesmente editá-lo de forma direta através de um botão lateral que antes permitia apenas deletá-lo.

Mas engana-se quem acha que poderá alterar os seus comentários sem que isso passe despercebido. Quando você fizer uma alteração, o Facebook irá mostrar na parte de baixo do comentário a palavra “editado”. Ao clicar sobre a palavra, você poderá ver um histórico das edições que foram realizadas.




De acordo com o próprio Facebook, a nova função permite que todas as pessoas que curtiram ou comentaram a postagem consigam acompanhar todo o contexto da conversa.

O Facebook já permitia editar um comentário, mas isso só podia ser feito apenas alguns segundos após ele ter sido escrito. Bastava clicar no botão “x” (que exclui a publicação) para que o texto se tornasse editável novamente.

A mudança já está disponível para alguns usuários e deverá chegar a todos nos próximos dias. O seu Facebook já permite editar comentários?

Fonte: The Next Web



Megabox, o serviço de música em nuvem dos criadores do Megaupload

Kim Dotcom revelou foto de suposto aplicativo móvel de seu próximo empreendimento.








O empresário e réu Kim Dotcom não parece disposto a desistir dos negócios na internet. Mesmo enfrentando um processo por causa de seu site de armazenamento de arquivos, o Megaupload, ele resolveu apresentar seu próximo projeto, o Megabox.

Trata-se de um serviço de músicas na nuvem que já existe no papel há algum tempo, quase no mesmo estilo do Grooveshark. Pela foto, que parece ser de um aplicativo para Android, há um serviço de busca e compra de músicas, fora a possibilidade de criar uma conta gratuita e enchê-la com suas canções favoritas para ouvir quando quiser a partir de um player.

A imagem foi divulgada na conta do Twitter de Dotcom, seguida da mensagem “As grandes gravadoras pensaram que o Megabox estava morto. Artistas, animem-se. Ele está chegando e vai libertar vocês”.

Só tem um problema nessa história toda: Dotcom está enfrentando julgamento por causa de irregularidades e fraudes do Megaupload e está com acesso limitado à internet – sendo assim, lançar um novo e lucrativo serviço provavelmente não consta na lista de liberdades do empresário.

Fonte: Arstechnica

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Steve Wozniak está ajudando a recuperar arquivos do Megaupload

Na Nova Zelândia, fundador do Megaupload recebeu a visita Wozniak e destacou o apoio dele na recuperação de dados dos servidores.






Steve Wozniak, cofundador da Apple, está ajudando o Megaupload a recuperar os dados em seus servidores. A informação foi confirmada nesta semana por Kim DotCom, pelo Instagram. O criador do site recebeu a visita de Wozniak em seu país, a Nova Zelândia.

“MegaWoz! Grande cara e apoia a Electronic Frontier Foundation (EFF). A EFF está ajudando os usuários do Megaupload a terem seus arquivos de volta. Obrigado Wozniak e EFF”, postou DotCom.

Acusado de fraudes e violações de direitos autorais pelos Estados Unidos, o processo contra o Megaupload e Kim DotCom continua correndo na justiça. Os EUA estão tentando a extradição do fundador do site para que ele possa ser julgado em solo americano. Uma audiência marcada para agosto, na Nova Zelândia, deverá decidir o assunto.

Fonte: CNET

Google amplia cobertura de trânsito em cidades brasileiras

Intensidade de tráfego pode ser conferida por enquanto em cinco capitais brasileiras.




Em uma grande atualização, o Google Maps passará a disponibilizar informações sobre o trânsito nas cidades brasileiras de Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Desse modo, além de mostrar o nível de tráfego, o aplicativo também é capaz de informar o tempo estimado de viagem.

Além do Brasil, outros 19 países receberam uma atualização em seu sistema de cobertura de tráfego pelo Google Maps, enquanto outros sete países (Belarus, Latvia, Estônia, México, Peru, Romênia e África do Sul) passaram a fazer parte das regiões monitoradas pelo Google.

Para acessar as informações de trânsito, basta clicar na aba “Trânsito” no canto superior direito do Google Maps enquanto visualiza o mapa de uma das cidades inclusas no programa. A novidade está disponível tanto na versão para navegadores do serviço como em seus aplicativos para dispositivos móveis.

Fonte: Google

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Facebook troca sistema de créditos por dinheiro real

Até julho, Facebook também deve permitir pagamentos agendados para assinatura de conteúdo na rede social.






O Facebook decidiu acabar com o seu sistema de créditos – utilizados para pagamentos online na rede social – e substituí-lo por métodos de pagamento direto utilizando a moeda local e um novo sistema de assinatura.

De acordo com um comunicado da companhia de Mark Zuckerberg, o novo sistema foi planejado para oferecer mais flexibilidade de cobrança aos desenvolvedores. Assim, todos os aplicativos e jogos que vendem itens virtuais na rede social poderão mudar o preço de suas ofertas de acordo com a região.

Ao mesmo tempo, o Facebook alega que a novidade será benéfica a todos os consumidores, especialmente os que vivem fora dos Estados Unidos. Isso porque, como os preços já serão expostos na moeda local de cada usuário, isso aumenta a transparência dos negócios realizados na rede.

Enquanto preços em moeda local já estão sendo expostos nos aplicativos, o recurso de ativar pagamentos recorrentes (no caso de páginas com conteúdo mensal, por exemplo) deve estar disponível até julho, quando o novo sistema está previsto para estar completamente operacional.

Fonte: Slashgear

Como o novo cérebro do Google está transformando a internet

Com o Google Knowledge Graph, a forma de fazer buscas na rede já mudou.








Em meados de 2012, a Google anunciou o lançamento de mais um de seus serviços, o Google Knowledge Graph. O novo recurso aprimora o sistema de buscas da companhia, fazendo com que ele seja capaz de diferenciar com mais propriedade termos semelhantes entre si. A ideia é exibir mais informações na tela em menos tempo.

A tecnologia por trás do Knowledge Graph foi adquirida pela Google em 2010, e chama-se Freebase. Criada inicialmente pela Metaweb, a base de dados colaborativa é capaz de interligar informações de uma forma bem diferente. E isso está mudando a forma como o resultado das buscas é exibido.





O catálogo de todas as coisas



A ideia da Freebase veio de John Giannandrea, cofundador da Metaweb. O objetivo da base é que todas as informações estejam ligadas de alguma maneira, direta ou indiretamente. Com isso, a busca na internet pode ser mais inteligente do que atualmente.
 


Quando você busca pelo nome de uma celebridade na internet, espera que o resultado seja uma lista de links que levem você a sites com informações a respeito da pessoa. Mas e se fosse possível visualizar alguns dados básicos do artista na tela do próprio buscador? Isso pouparia algum tempo para quem quisesse saber apenas o nome completo do famoso, por exemplo.

É justamente nessa coleta de informações rápidas que o Knowledge Graph e a Freebase entram. Para criar a base de dados, John Giannandrea começou a conectar palavras relacionadas. Ele começou pelo termo “ponte”, ligando-o com o nome das construções do gênero mais famosas, passando para “estrada”, conectando o nome das estradas que passam pelas pontes, seguindo para a cidade em que se localizam, depois país e assim por diante.

Depois de cinco anos sendo alimentada com dados, a base contava com 12 milhões de objetos interligados. Foi quando a Google se interessou pela Freebase e comprou a Metaweb. Depois do primeiro ano nas mãos da gigante da internet, a base tinha 25 milhões de termos.

Mas o que chamou a atenção da Google?

Obviamente, os dados. Se antes a empresa sugeria informações e propaganda baseadas em “experiências anteriores” e chutes, com a Freebase ela é capaz exibir mais informações corretas e realmente relevantes para quem utiliza os seus serviços.
 


Com o Knowledge Graph, o Google ficou mais inteligente. Se você buscar por “Isaac Newton”, por exemplo, uma minibiografia do físico e matemático é exibida na coluna à direita da janela do navegador, trazendo apenas as informações mais relevantes a respeito desse ícone da ciência.

Se o que você queria era apenas saber a data de nascimento de Newton, sua busca por informações acaba já na página de resultados. Caso queira se aprofundar mais, aí sim os links exibidos são úteis.
 


E o que mais muda?



O tráfego de acesso do Google para outros sites certamente sofrerá uma queda considerável. Antes, você não tinha muita escolha a não ser acessar uma das páginas listadas para obter a informação desejada, mesmo que fosse apenas uma data. Com o Knowledge Graph, isso não acontece com tanta frequência.

Ainda não há como prever qual será o real impacto que esse novo modo de busca da Google irá causar na internet. Mas sites e blogs que dependem dos acessos vindos do buscador certamente sentirão bastante diferença no número de acessos.

Governo pode rever acordo para o Plano Nacional de Banda Larga

O ministro das Comunicações, Paulo Bernando, pretende que se aumentem a velocidade e o limite de downloads do PNBL




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Embora o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) conte, no momento, com pouco mais de oito meses de existência, o governo parece ter chegado à conclusão de que não, os dados acertados para velocidade e limite de download não são exatamente adequados. É claro: isso não deveria ocorrer com uma das principais bandeiras do atual governo.

Em entrevista ao site G1, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que o governo estuda atualmente uma revisão do plano com as operadoras de telefonia — que vendem as assinaturas da banda larga popular. “Nós vamos ter que negociar [com as empresas] para aumentar esses limites [de download]”, disse o ministro ao referido site. Ele continua: “Já conversei com a Anatel. Nós vamos começar a preparar um conjunto de ações adicionais ao PNBL para aumentar a velocidade mínima da internet”.

Pelo acordo firmado entre o governo e as operadoras no ano passado, uma mensalidade de R$ 35 — ou R$ 29, em estados em que há desoneração do ICMS — garante a velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps), além de um limite de download de 300 megabytes (MB), o que cai para 150 megabytes para a internet móvel.

Para efeitos de comparação, trata-se de aproximadamente 100 arquivos de áudio ou de 300 imagens em resolução alta — além do que, convenhamos, com a velocidade de 1 MB não se faz muito diante da atual arquitetura da internet. Resta agora saber se o upgrade será mesmo substancial... Ou se a bandeira precisará encontrar outro pedestal mais apropriado.

Fonte: G1

quinta-feira, 29 de março de 2012

BlackOut total da internet pode ser "fake"


O grupo Anonymous negou autoria de documento postado no Pastebin, no qual, de acordo com o arquivo, eles estariam tramando derrubar a internet no dia 31 de março.
Especula-se que o falso alarme foi apenas uma brincadeira com os hackers iniciantes que não conhecem os reais planos do alto escalão do grupo, segundo o Slashgear, a afirmação parece ainda mais verdadeira quando observamos um post escrito pelo famoso grupo hacker (dessa vez, o verdadeiro) em seu perfil oficial no Twitter, deixando claro que eles não têm intenção alguma de causar tamanho estrago.
Mas, toda cautela é pouca se tratando do Anonymous, que se demonstrou extremamente poderoso nos últimos ataques e, como "o seguro morreu de velho", um ataque da parte deles ainda não foi descartado...até porque a idéia pode ser reaproveitada por outro grupo...