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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Como é a comida que vamos comer em Marte?

Cientistas e astronautas se preparam para alimentar os futuros colonizadores no Planeta Vermelho.







Estudantes da Universidade de Cornell, juntamente com cientistas, pesquisadores e professores de culinária, estão preparando aquele que seria o cardápio para uma missão espacial em Marte. Por enquanto, tudo não passa de uma simulação, mas os líderes do projeto acreditam que, muito em breve, o menu proposto poderá ser colocado em prática.

Batizado de HI-SEAS, o projeto tem como objetivo construir uma estratégia para alimentar uma possível colônia humana em Marte. Para isso, estão sendo analisados os recursos necessários e os parâmetros nutricionais, de forma que os viajantes possam ter acesso a alimentos saborosos, ainda que eles tenham um aspecto completamente diferente do que estamos acostumados.

O estudo terá fim no próximo ano, quando seis astronautas serão escolhidos para passar 120 dias isolados em Mauna Loa, uma montanha vulcânica do Hawaii que não possui vegetação e cujas características de solo se assemelham um pouco ao que poderia ser encontrado em outro planeta.

Os alimentos que serão usados na experiência são todos desidratados: pedaços de carne e frango, legumes, frutas e até pizza. “Nós simplesmente não sabemos como a mente humana responde a passar meses ou anos em um ambiente estranho, a milhões de quilômetros de distância de outros membros da sua espécie”, explica Kim Binsted, um dos líderes do projeto.

Fonte: PopSci

Via Láctea ainda está se recuperando de um misterioso impacto

Cientistas afirmam que um grande evento ocorrido há 100 milhões de anos modificou muitos comportamentos do universo.







Para aqueles que estão preocupados com as consequências de um possível impacto da nossa vizinha, a galáxia de Andrômeda, com a Via Láctea em um futuro distante, aqui vai uma notícia para que você possa colocar as coisas em perspectiva: nossa galáxia ainda está se recuperando de um duro golpe que sofreu há 100 milhões de anos.

Cientistas do Fermilab analisaram cerca de 300 mil estrelas catalogadas pelo Sloan Digital Sky Survey, que já mapeou pelo menos 35% das áreas conhecidas da galáxia, e notaram algo pouco comum: algumas estrelas próximas, nas partes norte e sul da Via Láctea, estão fora de sincronia umas com as outras.




Causas e consequências


As estrelas giram ao redor do disco achatado da Via Láctea a cerca de 220 km/s, com pequenos movimentos de cima para baixo a cerca de 20 a 30 km/s. O movimento dessas estrelas deveria ser simétrico, mas não foi isso que os cientistas perceberam.

Para eles, a explicação é que a Via Láctea teria sofrido um forte impacto há pelo menos 100 milhões de anos e esses movimentos não sincronizados nada mais são do que uma reverberação desse impacto. Embora ainda não se saiba quais são as causas da colisão, a descoberta leva os pesquisadores a duas constatações.

A primeira delas é a de que somos capazes de sobreviver a um impacto, mesmo que ele venha a acontecer somente daqui a 4 bilhões de anos. Já a segunda, e muito mais interessante para a ciência, é a possibilidade de estudar na atualidade o que um impacto como esse pode causar nos planetas envolvidos.

Fonte: LA Times

NASA anuncia descoberta de portais no campo magnético terrestre

Aberturas ocultas criam uma conexão entre os campos magnéticos da Terra e o do Sol.









De acordo com a NASA, um cientista da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, conseguiu identificar a presença de portais ocultos no campo magnético terrestre. Entretanto, as passagens encontradas estão bem longe de nos conduzir a universos paralelos ou permitir a viagem através do tempo. Conforme explicou Jack Scudder, o pesquisador responsável pela descoberta, esses portais são pontos nos quais o campo magnético terrestre se conecta ao do Sol, criando uma passagem ininterrupta entre o nosso planeta e a atmosfera solar, que se encontra a 150 milhões de quilômetros. Portais ocultos Segundo as observações realizadas, esses portais possuem tamanhos diferentes, além de se abrirem e fecharem dezenas de vezes ao dia. Enquanto estão abertas, essas passagens permitem a entrada de partículas capazes de aquecer as camadas mais externas da nossa atmosfera, podendo desencadear tempestades geomagnéticas e dar origem às auroras boreais. Embora essas passagens de energia sejam transparentes, instáveis e imprevisíveis, Scudder afirma ter encontrado uma maneira de encontrá-las. Através da análise de dados coletados pelas espaçonaves Themis e Polar da NASA e sondas espaciais da agência espacial europeia, o cientista observou cinco combinações simples entre campo magnético e medição de partículas que indicam a presença de um portal. A agência espacial norte-americana pretende lançar uma missão em 2014 para estudar as passagens, e você pode saber mais sobre os portais ocultos assistindo ao vídeo acima. Para ativar as legendas, clique no botão “cc” do menu.

 Fontes: NASA e YouTube

sexta-feira, 29 de junho de 2012

NASA pode ter descoberto oceano subterrâneo em lua de Saturno

Sonda espacial detecta deformações na superfície de Titã que podem indicar a presença de possível oceano.










De acordo com uma notícia publicada pela NASA, a sonda espacial Cassini parece ter detectado a presença de um oceano logo abaixo da superfície de Titã, a maior lua natural de Saturno. Os cientistas chegaram a essa conclusão depois de observar a presença de “marés” sólidas com aproximadamente 10 metros de altura.

Segundo a agência espacial, se o satélite fosse composto apenas por material rochoso sólido, o campo gravitacional de Saturno causaria a presença de saliências de não mais de um metro de altura. Contudo, a presença dessas ondulações bem mais altas sugere que Titã pode, afinal, não ser composto simplesmente por material rochoso.




Deformações da superfície e abundância de gás



O satélite leva 16 dias para orbitar ao redor de seu planeta, e os cientistas tiveram a oportunidade de estudar as deformações sofridas pela sua superfície durante esse processo. Titã não apresenta uma forma esférica e, conforme se aproxima de Saturno, os astrônomos observaram que seu formato se torna mais alongado, voltando ao normal alguns dias mais tarde.

Conforme explicaram os cientistas, o oceano de Titã não precisa, necessariamente, estar muito profundo nem ser muito grande para criar essas marés. Assim, uma camada de líquido entre a camada mais superficial e deformável e a mais profunda e sólida seria suficiente para causar as ondulações conforme o campo gravitacional que atrai o satélite se torna mais forte.

Entretanto, os astrônomos afirmam que apenas a presença de água não seria um indicador de vida no satélite. A descoberta deve ajudar os cientistas a entender como o metano — muito abundante no astro — é armazenado em seu interior e liberado para a superfície, já que a presença de líquido poderia explicar a produção desse gás.

Fonte: NASA

terça-feira, 26 de junho de 2012

Liquens podem sobreviver no espaço

Pequenos organismos são capazes de suportar as duras condições de vida fora da Terra.









De acordo com uma notícia publicada pela ESA — Agência Espacial Europeia —, astronautas da Estação Espacial Internacional estão explorando os limites da vida no espaço. Segundo a agência, em 2008 uma série de amostras de organismos vivos foi enviada ao espaço para que os cientistas pudessem estudar suas capacidades de sobrevivência.

Os cientistas observaram, durante 18 meses, a resistência de sementes, bactérias, algas e liquens, que não receberam qualquer tipo de proteção e foram expostos às condições do espaço. Os organismos tiveram que sobreviver a temperaturas que variavam entre -12 oC e 40 oC, enquanto orbitavam ao redor da Terra, além de suportar a incidência direta dos raios solares sem o uso de qualquer tipo de filtro.






Liquens e melhores protetores solares



Segundo os cientistas, entre os organismos estudados os liquens foram os mais resistentes. Mesmo depois de enfrentar todas essas adversidades, algumas espécies continuaram a se desenvolver normalmente depois de retornar à Terra.

Conforme explicou René Demets, da ESA, os liquens parecem entrar em uma espécie de estado dormente, durante o qual esperam por melhores condições para voltar a crescer. Além disso, a sua capacidade de resistir à incidência direta dos raios solares durante 18 meses também chamou a atenção da indústria de cosméticos, que se interessou nos organismos para, quem sabe, desenvolver melhores protetores solares.

O estudo também reforça a ideia de que a vida pode se espalhar de um planeta a outro e, até mesmo, de um sistema solar a outro, com organismos vivos pegando carona com asteroides para viajar pelo espaço. Esta última teoria também será posta à prova pelos astronautas da ISS em breve.

Fonte: ESA

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Veículo da NASA poderia transformar resíduos espaciais em combustível

O projeto busca aproveitar algumas substâncias comumente encontradas em nosso sistema solar.







Não é de hoje que sonhamos poder conquistar o espaço, indo a diferentes planetas e conhecendo possíveis novas sociedades e raças. Prova disso está no sucesso que filmes como “Star Wars” fazem há vários anos — especialmente por eles alimentarem nossa curiosidade e atiçarem nossa imaginação sobre o que poderia estar realmente “lá fora”.

Infelizmente, ainda não possuímos a tecnologia necessária para viajarmos grandes distâncias. Quando nos referimos ao combustível necessário para isso, a questão pode se complicar ainda mais — foguetes atuais utilizam, na maior parte, perclorato de amônio e alumínio, uma combinação que dificilmente encontraríamos no espaço com fácil acesso.

Mas, recentemente, os engenheiros da NASA anunciaram algo que poderia mudar todo este quadro: eles estão desenvolvendo o Morpheus Lander — um veículo que utilizaria algumas substâncias espaciais para produzir um combustível próprio e, assim, ser mais autossuficiente. Estacionado no Centro Espacial Johnson, no Texas, o protótipo tem como foco principal um local já conhecido pelos humanos: a Lua.





Como funcionaria?


Segundo os cientistas, o objetivo é desenvolver a tecnologia e os sistemas de comando necessários para utilizar elementos lunares no veículo. Aparentemente, é possível produzir metano a partir da “água” da Lua, que fica presa nas crateras. Com isso, não seria mais necessário à aeronave carregar todo o combustível — ela poderia chegar ao satélite terrestre e se abastecer sozinha.

Os motores deste tipo de veículo funcionariam com uma mistura de oxigénio líquido e metano — substâncias que, além de fornecer impulso amplo, são comuns em todo o sistema solar. Além disso, segundo os pesquisadores, com alguns aperfeiçoamentos tecnológicos, o Morpheus Lander poderia realizar façanhas importantes, como aterrissar em um asteroide que estivesse passando próximo da Terra.

Fonte: Gizmodo

Empresa passa a vender viagens para a órbita lunar por US$ 155 milhões

Segundo o fundador da Excalibur Almaz, objetivo é abrir precedentes para a exploração dos recursos presentes no espaço.








Caso você esteja pensando em um destino diferente para as suas próximas férias e tenha cerca de US$ 155 milhões sobrando em sua conta bancária, a Excalibur Almaz tem uma oferta que pode atrair seu interesse. Mediante o pagamento desse valor nada modesto, a empresa oferece uma viagem espacial pela órbita lunar.

A companhia, fundada por Art Dula, opera usando quatro cápsulas Soyuz reutilizáveis e dois foguetes espaciais Salyut de 29 toneladas, comprados diretamente da Rússia. O plano da organização é deixar as cápsulas orbitando o satélite natural enquanto o foguete seria responsável por levar os visitantes até elas.

Caso você esteja interessado na viagem, tem até 2015 para juntar o dinheiro necessário para participar da empreitada. A expectativa é que toda a jornada leve seis meses para ser finalizada, incluindo o período de treinamento necessário para que os viajantes estejam aptos a sobreviver em um ambiente sem gravidade.




Nova era da exploração por recursos



Dula está convencido que os resultados da iniciativa justificam o alto preço cobrado de cada um dos interessados. “O espaço representa uma fronteira de recursos. Os recursos espaciais são centenas de vezes mais vastos do que aqueles presentes na Terra”, afirmou ele ao Wall Street Journal.

Segundo o empresário, quem participa das expedições não pode ser considerado um mero viajante espacial, se aproximando mais de um explorador do século XVI do que de um turista. A principal inspiração do fundador da Excalibur Almaz são os ambiciosos senhores da China antiga, que conquistaram diversos povos e ergueram construções monumentais em sua época.

Fonte: Wall Street Journal

sábado, 23 de junho de 2012

Marte pode ter abrigado muita água em seu interior

Análise de meteoritos do Planeta Vermelho revela que a quantidade de água disponível no manto de Marte se equiparava à da Terra.






Se depender da análise realizada em meteoritos vindos de Marte, é provável que o nosso vizinho no Sistema Solar tivesse tanta água quanto a Terra. É o que diz um estudo publicado recentemente no jornal Geology e conduzido pelo pós-doutorando Francis McCubbin.

Para a pesquisa, foram selecionados meteoritos que se originaram durante a fundição parcial da camada marciana que fica logo abaixo da crosta. Essas “rochas” chegaram à Terra cerca de 2,5 milhões de anos depois desse evento e, felizmente, sua composição geoquímica ainda é capaz de dizer muito sobre os processos geográficos pelos quais Marte passou.

Em entrevista para o Science Blog, o investigador Erik Hauri, responsável pela análise realizada na Instituição Carnegie, explicou que os dois meteoritos estudados apresentam indícios de que a água foi incorporada durante a formação de Marte e que o planeta estava apto a armazenar essa água em seu interior durante sua diferenciação planetária, ou seja, o processo de transformação de um planeta homogêneo e primitivo em um corpo com núcleo, manto e crosta.

Uma contagem da quantidade de água presente nos minerais do meteorito estimou que o manto de onde derivaram essas rochas continha cerca de 70 e 300 ppm (partes por milhão). Para ter uma ideia, a superfície da Terra, abundante no “líquido da vida”, possui de 50 a 300 ppm.

Fonte: Geology, Science Blog

Os sete minutos de terror que separam uma nave de pousar em Marte [vídeo]

Cientistas estão apreensivos sobre manobras arriscadas em missão não tripulada ao espaço.









O vídeo acima tem clima de trailer de filme sobre fantasmas ou serial killers – e até mesmo o título “Sete minutos de terror” remete a um longa-metragem assustador. Mas o assunto aqui é astronomia: em 5 de agosto, o módulo não tripulado Mars Curiosity vai pousar em Marte para missões de estudo, e esse é o nome dado à aterrissagem do veículo no Planeta Vermelho.

Explicamos: os cientistas da NASA responsáveis pelo projeto estão tensos, contando cada segundo até o dia da aterrissagem. Afinal, trata-se de um projeto complexo e ambicioso, pois envolve 6 configurações diferentes para o veículo, 76 dispositivos pirotécnicos, 500 mil linhas de código e um dos maiores paraquedas supersônicos já criado pelo homem. A margem de erro é considerada zero, mas quem disse que eles acreditam nisso?

Como é explicado no clipe, a nave tem sete minutos para descer do topo da atmosfera de Marte até o pouso no chão do Planeta Vermelho – fora os 14 minutos entre o envio do sinal da nave à Terra dizendo que está tudo bem.

Os computadores calcularam uma “coreografia” perfeita para o momento, que envolve manobrar os propulsores na intensidade correta, diminuir o calor e a velocidade do veículo, utilizar o radar da máquina para saber se o pouso é seguro e, claro, sobreviver sem danos durante as missões em Marte. Qualquer erro faz com que um projeto milionário seja jogado no lixo espacial – e ainda falta mais de um mês para sabermos o resultado.

Fonte: JPL

Exoplanetas recém-descobertos estão muito próximos um do outro

Cinco vezes a distância entre a Terra e a Lua. Isso é o que separa os dois planetas encontrados recentemente.














Astrônomos descobriram um par de planetas com densidades diferentes e que orbitam um ao outro, à distância de 1,9 milhão de quilômetros. Por mais que isso pareça muito para nós, que vivemos em um planeta com 12,7 mil quilômetros de diâmetro, a marca é extremamente pequena para níveis astronômicos. Comparando com distâncias mais conhecidas, essa distância equivaleria a cinco vezes o espaço que existe entre a Terra e a Lua.

Essa é a menor órbita entre dois planetas já descoberta e o anúncio foi feito recentemente na publicação Science. O planeta interno, conhecido como Kepler-36b, circunda sua estrela a cada 13,8 dias, enquanto que Kepler 36-a, o planeta externo, completa a mesma volta em 16,2 dias. Esses dois mundos estão cerca de 20 vezes mais próximos um do outro do que quaisquer dois planetas do nosso Sistema Solar.

Ambos os planetas — Kepler-36a e Kepler-36b — estão localizados a 1.200 anos-luz da Terra.

Fonte: NASA

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Cratera lunar poderia conter gelo

Cientistas americanos tentam desvendar o grande brilho emitido pela superfície da cratera Shackleton.







A cratera Shackleton, localizada ao sul da Lua, é o foco de estudos recentes da NASA. Isso ocorre pela fenda possuir um interior mais brilhante do que qualquer outro ponto do polo em que se localiza, levantando a suspeita de que haveria gelo em seu interior.

Os cientistas ainda acreditam que quase um quarto da cratera poderia conter água congelada — hipótese que é fortificada pelo fato da fenda quase não receber raios solares, além de possuir uma temperatura muito baixa.

Outra teoria para explicar o brilho em Shackleton é a de que escombros lunares podem ter deslizado pelas paredes da cratera — o que significaria a descoberta de um novo material brilhante na superfície lunar.

O estudo também apontou que, além de possuir mais de 3 bilhões de anos, a cratera possui 21 quilômetros de diâmetro, quase quatro quilômetros de profundidade e montes de até 200 metros em seu interior.

Fonte: NASA

sexta-feira, 16 de março de 2012

Estação Espacial Internacional terá a primeira acoplagem de uma nave comercial

(Imagem retirada do site da SpaceX)



O feito já tem data marcada para acontecer: 3 de maio. 
Com uma janela de lançamento constatada para o dia 30 de Abril ainda desse ano, a SpaceX - primeira empresa a obter sucesso no lançamento e retorno com segurança de uma nave - tem a grande missão não só de ser pioneira no que irá fazer, mas também em impressionar o congresso americano e justificar os investimentos do governo na NASA que serão votados em novembro para o ano que vem.
Se tudo ocorrer como o planejado, a empresa estará no caminho certo para baratear os custos das futuras missões espaciais já que, como exemplo, uma viagem de ida e volta à Estação Espacial utilizando as naves reutilizáveis da companhia custaria 'apenas' 133 milhões de dólares, frente aos 300 milhões que custaria com a nava 'desintegrável' da NASA, já que as naves de cargas produzidas pela agência só podem fazer viagens de ida. A nave ainda poderia ser usada para o reabestecimento de suprimentos e combustíveis da Estação. 
Somando todos os vôos anteriores com os que são planejados até 2015, a SpaceX contará já com 16 não tripulados.


Abaixo, vídeo de uma simulação de entrega de carga para a Estação Espacial Internacional